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Investigação sobre o caso de estupro envolvendo Neymar será encerrada quarta-feira

Foto: Montagem/TVFoco

O caso de estupro envolvendo o jogador pode ser encerrado essa semana, de acordo com a Polícia Civil que pretende concluir o inquérito até o dia 19, quarta-feira. Faltam apenas dois depoimentos a serem prestados na terça-feira, 18 de junho.

Juliana Bussacos, delegada do caso, deverá reunir o material recolhido nas três semanas de investigação para o preparo do relatório do caso, o qual indicará se o crime realmente aconteceu. No entanto, ainda não se tem pistas sobre a decisão da delegada.

Os depoimentos que faltam serão prestados por um amigo do jogador, para quem Neymar disse ter “tido problemas em uma relação sexual”, e pelo CEO das empresas do pai do jogador, Altamiro Bezerra, economista.

Após realizar o relatório a delegada deverá encaminhá-lo para o Ministério Público, onde as promotoras do Enfretamento de violência doméstica, responsáveis pelo acompanhamento do caso deverão analisar a conclusão da Polícia Civil sobre o caso. Dependendo do resultado, poderá ser solicitada abertura para ação penal, reabertura da investigação ou arquivamento do caso.

Desde o dia 11 de junho, o trio de promotoras está atuando no inquérito, contribuindo para a troca de informações para os responsáveis pela investigação. No entanto, somente a delegada pode determinar como será o andamento das investigações, mas o ponto da busca por esclarecimento e política da boa vizinha se tornou maleável a sugestões das promotoras do Ministério.

Najila, modelo que acusou o jogador de estupro, depôs a tarde do dia 7 de junho, onde o que falou foi gravado e mostrado as promotoras, que entraram no caso dia 8 e aguardam a apuração de todas as provas para um consenso.

Durante as investigações, outros boletins foram registrados, um por arrombamento e furto do apartamento da modelo, ameaças e acusação contra a modelo por difamação, uma vez que disse que a corporação havia sido comprada. Além disso, houve o caso de extorsão do pai do jogador contra o primeiro advogado de Najila.

No entanto, esses casos não receberão avaliação da 6ª DDM, pois há necessidade de uma delegacia especializada que apura somente crimes relacionados a mulher, como a violência doméstica, ameaça, estupro, agressão e outros.

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