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Presidente da Câmara pede que texto da Reforma da Previdência seja apresentado até o dia 15 de Junho

Foto: EVARISTO/SA

Nesta terça-feira, 27, Rodrigo Maia, presidente Câmara RJ, anunciou que irá solicitar ao relator do texto da Reforma da Previdência, Samuel Moreira, deputado do partido PSDB de São Paulo, que esteja presente na comissão em 15 de junho e apresente o texto, para que o plenário da Casa realize a votação ainda nesse semestre.

Ao sair da sede do Ministério da economia, após ter se reunido com secretário, Paulo Guesdes e parlamentares, Maia disse: “Fiz o pedido para que o relator antecipasse a apresentação do texto porque o tempo está ficando curto. Precisamos chegar à economia que Paulo Guedes, ministro, prevê com a reforma da previdência”.

O presidente da Câmara informou que esse encontro foi realizado não só para tratar da previdência, mas também de projetos em pauta que são urgentes no Brasil. Segundo Maia, o mais importante é o da reforma do Estado. “Decidi trazer alguns deputados para que pudéssemos ter votações organizadas sobre os temas mais importantes para deixar a eficiência do Estado eficiente e moderna”, acrescentou ele.

Maia ainda informou que a reorganização para regra de ouro é uma das prioridades por causa do problema no orçamento federal. Ele adiantou que os parlamentares e governo realizam a negociação de emendar para cuidar de cessão onerosa diante da tramitação da PEC (Proposta de Emenda Constitucional) de um orçamento positivo.

O presidente da câmara avaliou as manifestações pró-Bolsonaro que aconteceram ao redor do país no dia 26, domingo, além das corridas pela Educação no dia 15, que demonstram que a democracia está ativa no Brasil. Ele disse que esses dois movimentos foram realizados com o intuito de mostrar mensagens que precisam ser atendidas pelo governo, ou seja, classe política.

Na manhã desse mesmo dia, Maia participou de uma pequena reunião no Palácio da Alvorada para tratar de uma nova aliança, o pacto dos três poderes, com o presidente Jair Bolsonaro, deputados, ministros e presidente do STF. Ele afirmou a participação, mas nega que o resultado do pacto seja em decorrer das últimas manifestações.

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