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Bolsonaro coloca General a frente da articulação política no Planalto

Foto: Adriano Machado/Reuters

Jair Bolsonaro, presidente da república, destinou a Luiz Eduardo Ramos, General, a função de cuidar da articulação política do Planalto, tirando a Casa Civil de Onyx Lorenzoni do cargo.

O general, recém-nomeado, ficará a frente do cardo da Secretaria do Governo. A MP (Medida Provisória) foi publicada na última quarta-feira, 19 de junho. A decisão para realizar essa mudança é devido aos sucessivos desencontros e derrotas sobre o Planalto e Congresso.

A Secretaria Especial dos Assuntos Parlamentares será a estrutura para Secretaria do Governo, substituindo a Subchefia dos Assuntos Parlamentares que estava abrigada antigamente na Casa Civil. A pasta de Onyx Lorenzoni havia deixado extinta a secretaria do Senado, além de destinar a secretaria para assuntos com a Câmara na Secretaria Especial do Relacionamento Externo.

Paulo Guedes, atual ministro da economia, havia sugerido ao presidente do país que chamasse Rogério Marinho, secretário especial da Previdência e do Trabalho, para ser o responsável pela coordenação da equipe. O secretário é um ex-deputado do partido PSDB, e tem boas referências em relação a sua habilidade para negociação, sendo que até a votação para o texto da Reforma da Previdência, poderiam ser acumuladas diversas funções.

No dia 18, terça-feira, o presidente informou que por enquanto não está definida a participação de Marinho em relação ao despache no Planalto, para liderar a Secretaria Espacial dos Assuntos Parlamentares.

“Nós não pretendemos criar algum ministério, no entanto, se houver possibilidade, ele mora aqui no meu coração. Se ao término da votação da Reforma, existir a possibilidade, vamos oferecer o posto de destaque que merece”, disse o presidente em referência a marinho.

Em nota para imprensa, o governo afirmou que a edição voltada à Medida Provisória tem o objetivo de cumprir acordos que foram realizados durante a tramitação da MP 870, como exemplo, a realização da vinculação do Coaf (Conselho de Controle das Atividades Financeiras) para o Ministério de Economia do país.

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